A morte de Gabriel da Silva Suzano, jovem natural de Uauá, continua gerando questionamentos e cobranças por respostas. Ele morreu eletrocutado no dia 18 de outubro, no estacionamento do Novo Atacarejo, em Petrolina, Pernambuco, durante uma forte chuva que atingiu o município e provocou alagamentos.
De acordo com as informações divulgadas sobre o caso, o Corpo de Bombeiros constatou que a área estava energizada, circunstância que reforça a necessidade de esclarecimento sobre as condições de segurança do local no momento do acidente.
Em nota pública, a família de Gabriel cobrou transparência e rigor na apuração das circunstâncias da morte. Os familiares alegam que o caso não deve ser tratado como uma fatalidade antes que todos os fatos sejam devidamente investigados.
“Não aceitamos que a morte de Gabriel seja tratada como uma simples fatalidade, sem que todas as investigações sejam devidamente investigadas”, afirma um trecho do comunicado.
A família também pede celeridade nas investigações e apuração de possíveis falhas de segurança que possam ter contribuído para a tragédia.
O caso levanta questionamentos sobre as condições do estacionamento durante o alagamento e sobre as medidas de prevenção adotadas para evitar riscos de acidentes elétricos em áreas atingidas pela água.
Até ao momento da elaboração desta matéria, o posicionamento do Novo Atacarejo sobre as cobranças apresentadas pela família foi solicitado.
As estatísticas da morte de Gabriel deverão ser esclarecidas pelas autoridades responsáveis pela investigação.

